Quem tem o propósito de ferir os sentimentos do outro encontrou uma poderosa arma na internet, na qual essa conduta recebe o nome de Cyberbullying. No mundo virtual, fica mais fácil tornar públicos imagens e comentários depreciativos, usando para isso blogs, fotologs, registros de conversas online e sites de relacionamento, até mensagens pelo celular de forma anônima ou assumindo a autoria. Como se defender - O advogado Rodrigo Santos, de São Paulo, especializado em crimes virtuais, afirma que as vítimas têm o direito de prestar queixa e pedir sanções penais. Caso o autor das ofensas tenha menos de 16 anos, os pais serão processados por injúria, calúnia e difamação; se tiver entre 16 e 18 anos, responderá junto com os pais; e, se for maior, assumirá a responsabilidade pelos crimes.
Algumas formas de se defender:
- Salve e imprima as páginas dos sites.
- Consiga testemunhas do ocorrido.
- Preste queixa em delegacia comum ou em uma especializada em crimes virtuais, se houver em sua cidade.
No mundo virtual todo cuidado é pouco! É muito comum os adolescentes enviarem trechos de conversas de um contato para outro, a fim de informar ou até mesmo denegrir o outro. Se a outra parte se sentir ofendida pode recorrer a um processo.Mantenha seus registros e históricos salvos... Os pais precisam estar cientes dessa responsabilidade.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Bullying (violência física e emocional) e Cyberbullying (violência virtual com estrago real).
A criançada entra na sala eufórica. Você se acomoda na mesa enquanto espera que os alunos se sentem, retirem o material da mochila e se acalmem para a aula começar. Nesse meio tempo, um deles grita bem alto: "Ô, cabeção, passa o livro!" O outro responde: "Peraí, espinha". Em outro canto da sala, um garoto dá um tapinha, "de leve", na nuca do colega. A menina toda produzida logo pela manhã ouve o cumprimento: "Fala, metida!" Ao lado dela, bem quietinha, outra garota escuta lá do fundo da sala: "Abre a boca, zumbi!" E a classe cai na risada.
O ambiente parece normal para você? Então leia esta reportagem com atenção. O nome dado a essas brincadeiras de mau gosto, disfarçadas por um duvidoso senso de humor, é bullying. O termo ainda não tem uma denominação em português, mas é usado quando crianças e adolescentes recebem apelidos que os ridicularizam e sofrem humilhações, ameaças, intimidação, roubo e agressão moral e física por parte dos colegas. Entre as conseqüências estão o isolamento e a queda do rendimento escolar. Em alguns casos extremos, o bullying pode afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
Pesquisa realizada em 11 escolas cariocas pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia), no Rio de Janeiro, revelou que 60,2% dos casos acontecem em sala de aula. Daí a importância da sua intervenção. Mudar a cultura perversa da humilhação e da perseguição na escola está ao seu alcance. Para isso, é preciso identificar o bullying e saber como evitá-lo.
Um perigo para a escola
Em janeiro do ano passado, Edmar Aparecido Freitas, de 18 anos, entrou no colégio onde tinha estudado, em Taiúva (SP), e feriu oito pessoas com disparos de um revólver calibre 38. Em seguida, se matou. Obeso, ele havia passado a vida escolar sendo vítima de apelidos humilhantes e alvo de gargalhadas e sussurros pelos corredores. Atitude semelhante tiveram dois adolescentes norte-americanos na escola de Ensino Médio Columbine, no Colorado (EUA), em abril de 1999. Após matar 13 pessoas e deixar dezenas de feridos, eles também cometeram suicídio quando se viram cercados pela polícia. Assim como o garoto brasileiro, os jovens americanos eram ridicularizados pelos colegas.
Os exemplos de Edmar e dos garotos de Columbine, que tiveram reações extremadas, são um alerta para os educadores. "Os meninos não quiseram atingir esse ou aquele estudante. O objetivo deles era matar a escola em que viveram momentos de profunda infelicidade e onde todos foram omissos ao seu sofrimento", analisa o pediatra Aramis Lopes Neto, coordenador do Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes, desenvolvido pela Abrapia.
Quando se trata de bullying e cyberbullying, é comum pensar que há apenas dois envolvidos: a vítima e o agressor. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem fundamental: o espectador. Veja a seguir o que caracteriza a ação de cada um deles nos casos de violência entre os jovens.
Vítima
Costuma ser tímida ou pouco sociável e foge do padrão do restante da turma pela aparência física (raça, altura, peso), pelo comportamento (melhor desempenho na escola) ou ainda pela religião. Geralmente, é insegura e, quando agredida, fica retraída e sofre, o que a torna um alvo ainda mais fácil. Segundo pesquisa da ONG Plan, a maior parte das vítimas - 69% delas - tem entre 12 e 14 anos. Ana Beatriz Barbosa Silva, médica e autora do livro Bullying: Mentes Perigosas na Escola, cita algumas das doenças identificadas como o resultado desses relacionamentos conflituosos (e que também aparecem devido a tendências pessoais), como angústia, ataques de ansiedade, transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, além de fobia escolar e problemas de socialização. A situação pode, inclusive, levar ao suicídio. Adolescentes que foram agredidos correm o risco de se tornar adultos ansiosos, depressivos ou violentos, reproduzindo em seus relacionamentos sociais aqueles vividos no ambiente escolar. Alguns também se sentem incapazes de se livrar do cyberbullying. Por serem calados ou sensíveis, têm medo de se manifestar ou não encontram força suficiente para isso. Outros até concordam com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta. O discurso deles vai no seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?" Aqueles que conseguem reagir alternam momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não é covarde ou quando percebe que seus agressores ficaram impunes, a vítima pode escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.
Agressor
Atinge o colega com repetidas humilhações ou depreciações porque quer ser mais popular, se sentir poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, se sente satisfeito com a reação do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima. O anonimato possibilitado pelo cyberbullying favorece a sua ação. Usa o computador sem ser submetido a julgamento por não estar exposto aos demais. Normalmente, mantém esse comportamento por longos períodos e, muitas vezes, quando adulto, continua depreciando outros para chamar a atenção. "O agressor, assim como a vítima, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos", explica Luciene.
Espectador
Nem sempre reconhecido como personagem atuante em uma agressão, é fundamental para a continuidade do conflito. O espectador típico é uma testemunha dos fatos: não sai em defesa da vítima nem se junta aos agressores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva ocorre por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido. "O espectador pode ter senso de justiça, mas não indignação suficiente para assumir uma posição clara", diz Luciene. Também considerados espectadores, há os que atuam como uma plateia ativa ou uma torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo. Eles retransmitem imagens ou fofocas, tornando-se coautores ou corresponsáveis.
O cyberbullying é um problema crescente justamente porque os jovens usam cada vez mais a tecnologia - até para conceder entrevistas, como fez Ana, 13 anos, que contou sua história para esta reportagem via MSN (programa de troca de mensagens instantâneas). Ela já era perseguida na escola - e passou a ser acuada, prisioneira de seus agressores via internet. Hoje, vive com medo e deixou de adicionar "amigos" em seu perfil no Orkut. Além disso, restringiu o aceso ao MSN. Mesmo assim, o tormento continua. As meninas de sua sala enviam mensagens depreciativas, com apelidos maldosos e recados humilhantes, para amigos comuns. Os qualificativos mais leves são "nojenta, nerd e lésbica". Outros textos dizem: "Você deveria parar de falar com aquela piranha" e "A emo já mudou sua cabeça, hein? Vá pro inferno". Ana, é claro, fica arrasada. "Uso preto, ouço rock e pinto o cabelo. Curto coisas diferentes e falo de outros assuntos. Por isso, não me aceitam." A escola e a família da garota têm se reunido com alunos e pais para tentar resolver a situação - por enquanto, sem sucesso.
Pesquisa da Fundação Telefônica no estado de São Paulo em 2008 apontou que 68% dos adolescentes ficam online pelo menos uma hora por dia durante a semana. Outro levantamento, feito pela ComScore este ano, revela que os jovens com mais de 15 anos acessam os blogs e as redes sociais 46,7 vezes ao mês (a média mundial é de 27 vezes por semana). Marcelo Coutinho, especialista no tema e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que esses estudantes não percebem as armadilhas dos relacionamentos digitais. "Para eles, é tudo real, como se fosse do jeito tradicional, tanto para fazer amigos como para comprar, aprender ou combinar um passeio."
No cinema, essa overdose de tecnologia foi retratada em As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzky. A fita conta a história de dois irmãos que passam por mudanças no relacionamento com os pais e os colegas. Boa parte da trama ocorre num colégio particular em que os dois adolescentes estudam. O cyberbullying é mostrado de duas formas: uma das personagens mantém um blog com fofocas e há ainda a troca de mensagens comprometedoras pelo celular. A foto de uma aluna numa pose sensual começa a circular sem sua autorização.
Na vida real, Antonio, 12 anos, também foi vítima de agressões pelo celular. Há dois meses, ele recebe mensagens de meninas, como "Ou você fica comigo ou espalho pra todo mundo que você gosta de homem". Os amigos o pressionam para ceder ao assédio e, como diz a coordenadora pedagógica, além de lidar com as provocações das meninas, ele tem de se justificar com os outros garotos.
Apoio didático – Filme: As melhores coisas do mundo.
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/cyberbullying-violencia-virtual-bullying-agressao-humilhacao-567858.shtml?page=0
O ambiente parece normal para você? Então leia esta reportagem com atenção. O nome dado a essas brincadeiras de mau gosto, disfarçadas por um duvidoso senso de humor, é bullying. O termo ainda não tem uma denominação em português, mas é usado quando crianças e adolescentes recebem apelidos que os ridicularizam e sofrem humilhações, ameaças, intimidação, roubo e agressão moral e física por parte dos colegas. Entre as conseqüências estão o isolamento e a queda do rendimento escolar. Em alguns casos extremos, o bullying pode afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
Pesquisa realizada em 11 escolas cariocas pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia), no Rio de Janeiro, revelou que 60,2% dos casos acontecem em sala de aula. Daí a importância da sua intervenção. Mudar a cultura perversa da humilhação e da perseguição na escola está ao seu alcance. Para isso, é preciso identificar o bullying e saber como evitá-lo.
Um perigo para a escola
Em janeiro do ano passado, Edmar Aparecido Freitas, de 18 anos, entrou no colégio onde tinha estudado, em Taiúva (SP), e feriu oito pessoas com disparos de um revólver calibre 38. Em seguida, se matou. Obeso, ele havia passado a vida escolar sendo vítima de apelidos humilhantes e alvo de gargalhadas e sussurros pelos corredores. Atitude semelhante tiveram dois adolescentes norte-americanos na escola de Ensino Médio Columbine, no Colorado (EUA), em abril de 1999. Após matar 13 pessoas e deixar dezenas de feridos, eles também cometeram suicídio quando se viram cercados pela polícia. Assim como o garoto brasileiro, os jovens americanos eram ridicularizados pelos colegas.
Os exemplos de Edmar e dos garotos de Columbine, que tiveram reações extremadas, são um alerta para os educadores. "Os meninos não quiseram atingir esse ou aquele estudante. O objetivo deles era matar a escola em que viveram momentos de profunda infelicidade e onde todos foram omissos ao seu sofrimento", analisa o pediatra Aramis Lopes Neto, coordenador do Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes, desenvolvido pela Abrapia.
Quando se trata de bullying e cyberbullying, é comum pensar que há apenas dois envolvidos: a vítima e o agressor. Mas os especialistas alertam para um terceiro personagem fundamental: o espectador. Veja a seguir o que caracteriza a ação de cada um deles nos casos de violência entre os jovens.
Vítima
Costuma ser tímida ou pouco sociável e foge do padrão do restante da turma pela aparência física (raça, altura, peso), pelo comportamento (melhor desempenho na escola) ou ainda pela religião. Geralmente, é insegura e, quando agredida, fica retraída e sofre, o que a torna um alvo ainda mais fácil. Segundo pesquisa da ONG Plan, a maior parte das vítimas - 69% delas - tem entre 12 e 14 anos. Ana Beatriz Barbosa Silva, médica e autora do livro Bullying: Mentes Perigosas na Escola, cita algumas das doenças identificadas como o resultado desses relacionamentos conflituosos (e que também aparecem devido a tendências pessoais), como angústia, ataques de ansiedade, transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, além de fobia escolar e problemas de socialização. A situação pode, inclusive, levar ao suicídio. Adolescentes que foram agredidos correm o risco de se tornar adultos ansiosos, depressivos ou violentos, reproduzindo em seus relacionamentos sociais aqueles vividos no ambiente escolar. Alguns também se sentem incapazes de se livrar do cyberbullying. Por serem calados ou sensíveis, têm medo de se manifestar ou não encontram força suficiente para isso. Outros até concordam com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta. O discurso deles vai no seguinte sentido: "Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?" Aqueles que conseguem reagir alternam momentos de ansiedade e agressividade. Para mostrar que não é covarde ou quando percebe que seus agressores ficaram impunes, a vítima pode escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.
Agressor
Atinge o colega com repetidas humilhações ou depreciações porque quer ser mais popular, se sentir poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, se sente satisfeito com a reação do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima. O anonimato possibilitado pelo cyberbullying favorece a sua ação. Usa o computador sem ser submetido a julgamento por não estar exposto aos demais. Normalmente, mantém esse comportamento por longos períodos e, muitas vezes, quando adulto, continua depreciando outros para chamar a atenção. "O agressor, assim como a vítima, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos", explica Luciene.
Espectador
Nem sempre reconhecido como personagem atuante em uma agressão, é fundamental para a continuidade do conflito. O espectador típico é uma testemunha dos fatos: não sai em defesa da vítima nem se junta aos agressores. Quando recebe uma mensagem, não repassa. Essa atitude passiva ocorre por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido. "O espectador pode ter senso de justiça, mas não indignação suficiente para assumir uma posição clara", diz Luciene. Também considerados espectadores, há os que atuam como uma plateia ativa ou uma torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo. Eles retransmitem imagens ou fofocas, tornando-se coautores ou corresponsáveis.
O cyberbullying é um problema crescente justamente porque os jovens usam cada vez mais a tecnologia - até para conceder entrevistas, como fez Ana, 13 anos, que contou sua história para esta reportagem via MSN (programa de troca de mensagens instantâneas). Ela já era perseguida na escola - e passou a ser acuada, prisioneira de seus agressores via internet. Hoje, vive com medo e deixou de adicionar "amigos" em seu perfil no Orkut. Além disso, restringiu o aceso ao MSN. Mesmo assim, o tormento continua. As meninas de sua sala enviam mensagens depreciativas, com apelidos maldosos e recados humilhantes, para amigos comuns. Os qualificativos mais leves são "nojenta, nerd e lésbica". Outros textos dizem: "Você deveria parar de falar com aquela piranha" e "A emo já mudou sua cabeça, hein? Vá pro inferno". Ana, é claro, fica arrasada. "Uso preto, ouço rock e pinto o cabelo. Curto coisas diferentes e falo de outros assuntos. Por isso, não me aceitam." A escola e a família da garota têm se reunido com alunos e pais para tentar resolver a situação - por enquanto, sem sucesso.
Pesquisa da Fundação Telefônica no estado de São Paulo em 2008 apontou que 68% dos adolescentes ficam online pelo menos uma hora por dia durante a semana. Outro levantamento, feito pela ComScore este ano, revela que os jovens com mais de 15 anos acessam os blogs e as redes sociais 46,7 vezes ao mês (a média mundial é de 27 vezes por semana). Marcelo Coutinho, especialista no tema e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que esses estudantes não percebem as armadilhas dos relacionamentos digitais. "Para eles, é tudo real, como se fosse do jeito tradicional, tanto para fazer amigos como para comprar, aprender ou combinar um passeio."
No cinema, essa overdose de tecnologia foi retratada em As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzky. A fita conta a história de dois irmãos que passam por mudanças no relacionamento com os pais e os colegas. Boa parte da trama ocorre num colégio particular em que os dois adolescentes estudam. O cyberbullying é mostrado de duas formas: uma das personagens mantém um blog com fofocas e há ainda a troca de mensagens comprometedoras pelo celular. A foto de uma aluna numa pose sensual começa a circular sem sua autorização.
Na vida real, Antonio, 12 anos, também foi vítima de agressões pelo celular. Há dois meses, ele recebe mensagens de meninas, como "Ou você fica comigo ou espalho pra todo mundo que você gosta de homem". Os amigos o pressionam para ceder ao assédio e, como diz a coordenadora pedagógica, além de lidar com as provocações das meninas, ele tem de se justificar com os outros garotos.
Apoio didático – Filme: As melhores coisas do mundo.
http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/cyberbullying-violencia-virtual-bullying-agressao-humilhacao-567858.shtml?page=0
terça-feira, 4 de maio de 2010
Coaching e suas áreas de atuação
Atualmente o Coaching vem sendo abordado por diversos canais de mídia e também amplamente utilizado para desenvolver pessoas nas áreas pessoal e profissional. Coaching é um processo de aprendizado e desenvolvimento de competências focado em ações para a realização de metas e desejos.
Ações no sentido de desenvolvimento e/ou aprimoramento de suas próprias competências, equipando-o com as ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandirem usando os seguintes processos: de investigação; reflexão e conscientização; descoberta pessoal dos pontos a desenvolver e das qualidades; aumento da consciência de si (autoconhecimento); aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida; estrutura e foco; feedback realista e apoio.
Além do aprendizado e desenvolvimento, o Coaching também melhora a auto-estima na medida em que ela é desafiada a aprender e a conquistar metas maiores e com os resultados, aumenta a confiança em suas próprias capacidades e escolhas.
É impossível falar em ação profissional sem falar em ação pessoal, é relativo dividir essa coisa de pessoal e profissional, o ser humano e um só – é impossível dissociar a vida pessoal e profissional. Toda vida é pessoal, é fato que você passa grande parte da vida dentro da organização, teu ócio tem que ser tua profissão, e necessariamente deve estar alinhado dentro das potencialidades pessoais. Se você está infeliz na sua profissão você está infeliz pessoalmente e vice versa.
Existem diferentes tipos e aplicações de Coaching: Coaching Executivo, Coaching de vida ou Life Coaching, Coaching de carreira, etc. Life Coaching, que é um processo de desenvolvimento no qual a pessoa, através de técnicas específicas, inclusive da psicologia, vai delineando as mudanças concretas fundamentais que deseja realizar em sua vida e os objetivos que deseja atingir. Life Coaching segue uma seqüência organizacional específica que estrutura a vida de onde se está agora e para chegar onde se deseja no futuro.
Sua essência engloba crenças, valores e metas em todas as áreas da vida: Trabalho e carreira, Recreação e lazer, Espiritualidade, Relacionamentos, Família, Saúde, Finanças, Idoneidade e integridade. A vida e os vários papéis que se desempenha ao longo da história permitem planejamento, sendo possível com o processo de Life Coaching, atingir objetivos pessoal e profissional buscando melhora na qualidade de vida. Gerar maior satisfação nas diversas áreas da vida e rever hábitos diários para melhor uso da energia própria e assumir a responsabilidade da própria vida distanciando das justificativas que impedem sua expansão são alguns objetivos do Life Coaching. Plano de ação – ordena o que se quer fazer – paralelo com a missão de vida.
Ações no sentido de desenvolvimento e/ou aprimoramento de suas próprias competências, equipando-o com as ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandirem usando os seguintes processos: de investigação; reflexão e conscientização; descoberta pessoal dos pontos a desenvolver e das qualidades; aumento da consciência de si (autoconhecimento); aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida; estrutura e foco; feedback realista e apoio.
Além do aprendizado e desenvolvimento, o Coaching também melhora a auto-estima na medida em que ela é desafiada a aprender e a conquistar metas maiores e com os resultados, aumenta a confiança em suas próprias capacidades e escolhas.
É impossível falar em ação profissional sem falar em ação pessoal, é relativo dividir essa coisa de pessoal e profissional, o ser humano e um só – é impossível dissociar a vida pessoal e profissional. Toda vida é pessoal, é fato que você passa grande parte da vida dentro da organização, teu ócio tem que ser tua profissão, e necessariamente deve estar alinhado dentro das potencialidades pessoais. Se você está infeliz na sua profissão você está infeliz pessoalmente e vice versa.
Existem diferentes tipos e aplicações de Coaching: Coaching Executivo, Coaching de vida ou Life Coaching, Coaching de carreira, etc. Life Coaching, que é um processo de desenvolvimento no qual a pessoa, através de técnicas específicas, inclusive da psicologia, vai delineando as mudanças concretas fundamentais que deseja realizar em sua vida e os objetivos que deseja atingir. Life Coaching segue uma seqüência organizacional específica que estrutura a vida de onde se está agora e para chegar onde se deseja no futuro.
Sua essência engloba crenças, valores e metas em todas as áreas da vida: Trabalho e carreira, Recreação e lazer, Espiritualidade, Relacionamentos, Família, Saúde, Finanças, Idoneidade e integridade. A vida e os vários papéis que se desempenha ao longo da história permitem planejamento, sendo possível com o processo de Life Coaching, atingir objetivos pessoal e profissional buscando melhora na qualidade de vida. Gerar maior satisfação nas diversas áreas da vida e rever hábitos diários para melhor uso da energia própria e assumir a responsabilidade da própria vida distanciando das justificativas que impedem sua expansão são alguns objetivos do Life Coaching. Plano de ação – ordena o que se quer fazer – paralelo com a missão de vida.
“Das criaturas, serem encadeadas é a sina. Só é livre o homem que a si mesmo domina.” Goethe.
Hoje ninguém pode se dar ao luxo de não aprender, não crescer, de não melhorar e não se adaptar.
O individuo pode e deve ser desenvolvido a qualquer tempo e em qualquer idade. Para que esse desenvolvimento ocorra é imprescindível haver treinamento estruturado. A vida nos permite escolhas e planejamento, e para que seja efetivo, o individuo necessita desenvolver autoconhecimento para atingir seus objetivos buscando melhora na qualidade de vida.
O autoconhecimento, a responsabilidade pela própria vida e pelas próprias escolhas podem tornar o individuo mais feliz e produtivo em todos os aspectos. O processo de Coaching objetiva facilitar as escolhas do individuo através do autoconhecimento, dos seus valores, crenças, metas e futuro.
Com os instrumentos do Coaching podemos trabalhar também a pessoa em sua totalidade, ou seja, o Coaching de vida total ou Life Coaching, essa técnica não é terapia, no entanto, trata-se de instrumentos que levam o individuo a atingir seus objetivos, levando-o a consolidar planos e sonhos por trabalhar com objetivos pessoais sejam no trabalho ou na sua vida pessoal. A terapia lida com a saúde mental do paciente. O Coaching ou Life Coaching lidam com o crescimento mental do cliente.
O individuo pode e deve ser desenvolvido a qualquer tempo e em qualquer idade. Para que esse desenvolvimento ocorra é imprescindível haver treinamento estruturado. A vida nos permite escolhas e planejamento, e para que seja efetivo, o individuo necessita desenvolver autoconhecimento para atingir seus objetivos buscando melhora na qualidade de vida.
O autoconhecimento, a responsabilidade pela própria vida e pelas próprias escolhas podem tornar o individuo mais feliz e produtivo em todos os aspectos. O processo de Coaching objetiva facilitar as escolhas do individuo através do autoconhecimento, dos seus valores, crenças, metas e futuro.
Com os instrumentos do Coaching podemos trabalhar também a pessoa em sua totalidade, ou seja, o Coaching de vida total ou Life Coaching, essa técnica não é terapia, no entanto, trata-se de instrumentos que levam o individuo a atingir seus objetivos, levando-o a consolidar planos e sonhos por trabalhar com objetivos pessoais sejam no trabalho ou na sua vida pessoal. A terapia lida com a saúde mental do paciente. O Coaching ou Life Coaching lidam com o crescimento mental do cliente.
Coaching e suas áreas de atuação
Atualmente o Coaching vem sendo abordado por diversos canais de mídia e também amplamente utilizado para desenvolver pessoas nas áreas pessoal e profissional. Coaching é um processo de aprendizado e desenvolvimento de competências focado em ações para a realização de metas e desejos.
Ações no sentido de desenvolvimento e/ou aprimoramento de suas próprias competências, equipando-o com as ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandirem usando os seguintes processos: de investigação; reflexão e conscientização; descoberta pessoal dos pontos a desenvolver e das qualidades; aumento da consciência de si (autoconhecimento); aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida; estrutura e foco; feedback realista e apoio.
Além do aprendizado e desenvolvimento, o Coaching também melhora a auto-estima na medida em que ela é desafiada a aprender e a conquistar metas maiores e com os resultados, aumenta a confiança em suas próprias capacidades e escolhas.
É impossível falar em ação profissional sem falar em ação pessoal, é relativo dividir essa coisa de pessoal e profissional, o ser humano e um só – é impossível dissociar a vida pessoal e profissional. Toda vida é pessoal, é fato que você passa grande parte da vida dentro da organização, teu ócio tem que ser tua profissão, e necessariamente deve estar alinhado dentro das potencialidades pessoais. Se você está infeliz na sua profissão você está infeliz pessoalmente e vice versa.
Existem diferentes tipos e aplicações de Coaching: Coaching Executivo, Coaching de vida ou Life Coaching, Coaching de carreira, etc. Life Coaching, que é um processo de desenvolvimento no qual a pessoa, através de técnicas específicas, inclusive da psicologia, vai delineando as mudanças concretas fundamentais que deseja realizar em sua vida e os objetivos que deseja atingir. Life Coaching segue uma seqüência organizacional específica que estrutura a vida de onde se está agora e para chegar onde se deseja no futuro.
Sua essência engloba crenças, valores e metas em todas as áreas da vida: Trabalho e carreira, Recreação e lazer, Espiritualidade, Relacionamentos, Família, Saúde, Finanças, Idoneidade e integridade. A vida e os vários papéis que se desempenha ao longo da história permitem planejamento, sendo possível com o processo de Life Coaching, atingir objetivos pessoal e profissional buscando melhora na qualidade de vida. Gerar maior satisfação nas diversas áreas da vida e rever hábitos diários para melhor uso da energia própria e assumir a responsabilidade da própria vida distanciando das justificativas que impedem sua expansão são alguns objetivos do Life Coaching. Plano de ação – ordena o que se quer fazer – paralelo com a missão de vida.
Ações no sentido de desenvolvimento e/ou aprimoramento de suas próprias competências, equipando-o com as ferramentas, conhecimento e oportunidades para se expandirem usando os seguintes processos: de investigação; reflexão e conscientização; descoberta pessoal dos pontos a desenvolver e das qualidades; aumento da consciência de si (autoconhecimento); aumento da capacidade de se responsabilizar pela própria vida; estrutura e foco; feedback realista e apoio.
Além do aprendizado e desenvolvimento, o Coaching também melhora a auto-estima na medida em que ela é desafiada a aprender e a conquistar metas maiores e com os resultados, aumenta a confiança em suas próprias capacidades e escolhas.
É impossível falar em ação profissional sem falar em ação pessoal, é relativo dividir essa coisa de pessoal e profissional, o ser humano e um só – é impossível dissociar a vida pessoal e profissional. Toda vida é pessoal, é fato que você passa grande parte da vida dentro da organização, teu ócio tem que ser tua profissão, e necessariamente deve estar alinhado dentro das potencialidades pessoais. Se você está infeliz na sua profissão você está infeliz pessoalmente e vice versa.
Existem diferentes tipos e aplicações de Coaching: Coaching Executivo, Coaching de vida ou Life Coaching, Coaching de carreira, etc. Life Coaching, que é um processo de desenvolvimento no qual a pessoa, através de técnicas específicas, inclusive da psicologia, vai delineando as mudanças concretas fundamentais que deseja realizar em sua vida e os objetivos que deseja atingir. Life Coaching segue uma seqüência organizacional específica que estrutura a vida de onde se está agora e para chegar onde se deseja no futuro.
Sua essência engloba crenças, valores e metas em todas as áreas da vida: Trabalho e carreira, Recreação e lazer, Espiritualidade, Relacionamentos, Família, Saúde, Finanças, Idoneidade e integridade. A vida e os vários papéis que se desempenha ao longo da história permitem planejamento, sendo possível com o processo de Life Coaching, atingir objetivos pessoal e profissional buscando melhora na qualidade de vida. Gerar maior satisfação nas diversas áreas da vida e rever hábitos diários para melhor uso da energia própria e assumir a responsabilidade da própria vida distanciando das justificativas que impedem sua expansão são alguns objetivos do Life Coaching. Plano de ação – ordena o que se quer fazer – paralelo com a missão de vida.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
TODA PESSOA PODE SER MELHOR DO QUE JÁ É!!!
Através do processo de coaching muitas pessoas estão investindo em desenvolvimento do capital humano, conquistando melhores competências e qualidade de vida pessoal e profissional em curto prazo. Adquirem também maior capacidade de lidar com adversidades como stress, ansiedades, mudanças na vida ou carreira, aumentando assim a qualidade de desempenho e performance nos relacionamentos e em situação de conflito.
Coaching é um processo de desenvolvimento focado no encorajamento das ações de uma pessoa para a realização de suas metas e desejos. Este processo é um facilitador no desenvolvimento de competências, tornando o cliente gerenciador da própria vida, obtendo assim melhor performance, desenvolvimento da inteligência emocional e qualidade de vida.
O profissional em coaching (coach), atua de forma a focar e desenvolver competências que o cliente (coachee) necessite para a sua atuação ou adaptação, transformando possibilidades em realidade, levando a pessoa de onde está para onde quer chegar. Num mundo cada vez mais competitivo e dinâmico, o coaching é uma ferramenta adicional para potencializar os resultados.
O maior objetivo do coaching é a transformação dos desejos ou necessidades das possibilidades futuras em realidade. Os resultados alcançados levam ao sentimento de realização e em cada sessão as dificuldades são esclarecidas e o cliente é encorajado a agir de forma consciente. É um processo de aprendizagem e aperfeiçoamento de desempenho e competências. Por meio de perguntas especificas feitas pelo coach, o cliente é levado a analisar um problema de forma que a solução parta de si mesmo. Inicia-se o processo em onde as pessoas estão hoje e onde querem estar amanhã. Prioriza a capacitação e a busca da auto-realização, por meio da conquista de metas, a partir de uma vida equilibrada com seus valores, conceitos e propósito de vida. Metas bem formuladas e baseadas em princípios e valores próprios geram o aumento da confiança, habilidades e satisfação pessoal. Além disso, a pessoa terá um futuro mais atraente e consistente, e poderá alcançar o equilíbrio de suas necessidades humanas e os diferentes papéis vividos no trabalho, família e sociedade. O progresso do cliente está no foco mais preciso e consciência na escolha e sempre mostra que a pessoa pode ser melhor do que já é.
Uma das possibilidades de foco de ação do processo do coaching nas organizações é o Coaching executivo ou de liderança e de equipe. As empresas e os próprios líderes se beneficiam muito com o processo em aumentar habilidades para produzir resultados na empresa e alterar comportamentos que reduzam a sua efetividade. Algumas das metas mais trabalhadas neste foco são: ser mais decisivo; capacidade de compartilhar; melhorar a administração do tempo; delegar com mais eficiência; valorizar a adversidade; criar alianças; desenvolver skills (habilidades) de liderança; comunicar-se com mais eficiência; resolver conflitos; capacidade de administrar mudanças; desenvolver potenciais; ser mais assertivo; criar equipes efetivas; habilidades de domar e usar o stress de maneira positiva; aumento de produtividade e lucros; aumento da qualidade de vida no ambiente de trabalho; capacidade de trabalhar eficientemente em equipes e motivar. Este processo guia o executivo a aumentar suas competências e alcançar alta performance.
Já na vida pessoal, utiliza-se o processo de Life Coaching. Algumas áreas para se trabalhar com o desenvolvimento desse processo de forma individual ou em grupo são:
Fase de transição de vida e de carreira; Uso do dinheiro; Uso do tempo; Relacionamentos poderosos (namoro, casamento, família, trabalho, sociedade); Comunicação; Emagrecimento; Estruturação das Atividades de vida diária; Auto cuidado; Orientação profissional, etc.
Esta perspectiva individual ou relacional de desenvolvimento de coaching está focada em Grupos de Coachees, totalmente atual, os clientes (coachees) são encaminhados por nutricionistas, endócrinos, cirurgiões plásticos, escolas, academias, etc. Os grupos são formados por pessoas que tem objetivos em comum como por exemplo emagrecer. Sob este foco utiliza-se o Life Coaching, onde o o objetivo é alcançar equilíbrio, bem estar e qualidade de vida na meta e nas diversas áreas da vida. Encoraja a pessoa a ir além dos seus limites, realizarem o seu potencial total na vida. Desenvolvem hábitos mais efetivos para atingirem seus objetivos, aprendendo a ultrapassar obstáculos e rever conceitos. Neste processo não se aceita nada menos do que o melhor de cada um, sendo motivado a ser o melhor ser humano que possa ser utilizando a grandeza interna que já possui.
“O importante na vida não é descobrir quem você é mas construir a pessoa que você quer ser.”
Coaching é um processo de desenvolvimento focado no encorajamento das ações de uma pessoa para a realização de suas metas e desejos. Este processo é um facilitador no desenvolvimento de competências, tornando o cliente gerenciador da própria vida, obtendo assim melhor performance, desenvolvimento da inteligência emocional e qualidade de vida.
O profissional em coaching (coach), atua de forma a focar e desenvolver competências que o cliente (coachee) necessite para a sua atuação ou adaptação, transformando possibilidades em realidade, levando a pessoa de onde está para onde quer chegar. Num mundo cada vez mais competitivo e dinâmico, o coaching é uma ferramenta adicional para potencializar os resultados.
O maior objetivo do coaching é a transformação dos desejos ou necessidades das possibilidades futuras em realidade. Os resultados alcançados levam ao sentimento de realização e em cada sessão as dificuldades são esclarecidas e o cliente é encorajado a agir de forma consciente. É um processo de aprendizagem e aperfeiçoamento de desempenho e competências. Por meio de perguntas especificas feitas pelo coach, o cliente é levado a analisar um problema de forma que a solução parta de si mesmo. Inicia-se o processo em onde as pessoas estão hoje e onde querem estar amanhã. Prioriza a capacitação e a busca da auto-realização, por meio da conquista de metas, a partir de uma vida equilibrada com seus valores, conceitos e propósito de vida. Metas bem formuladas e baseadas em princípios e valores próprios geram o aumento da confiança, habilidades e satisfação pessoal. Além disso, a pessoa terá um futuro mais atraente e consistente, e poderá alcançar o equilíbrio de suas necessidades humanas e os diferentes papéis vividos no trabalho, família e sociedade. O progresso do cliente está no foco mais preciso e consciência na escolha e sempre mostra que a pessoa pode ser melhor do que já é.
Uma das possibilidades de foco de ação do processo do coaching nas organizações é o Coaching executivo ou de liderança e de equipe. As empresas e os próprios líderes se beneficiam muito com o processo em aumentar habilidades para produzir resultados na empresa e alterar comportamentos que reduzam a sua efetividade. Algumas das metas mais trabalhadas neste foco são: ser mais decisivo; capacidade de compartilhar; melhorar a administração do tempo; delegar com mais eficiência; valorizar a adversidade; criar alianças; desenvolver skills (habilidades) de liderança; comunicar-se com mais eficiência; resolver conflitos; capacidade de administrar mudanças; desenvolver potenciais; ser mais assertivo; criar equipes efetivas; habilidades de domar e usar o stress de maneira positiva; aumento de produtividade e lucros; aumento da qualidade de vida no ambiente de trabalho; capacidade de trabalhar eficientemente em equipes e motivar. Este processo guia o executivo a aumentar suas competências e alcançar alta performance.
Já na vida pessoal, utiliza-se o processo de Life Coaching. Algumas áreas para se trabalhar com o desenvolvimento desse processo de forma individual ou em grupo são:
Fase de transição de vida e de carreira; Uso do dinheiro; Uso do tempo; Relacionamentos poderosos (namoro, casamento, família, trabalho, sociedade); Comunicação; Emagrecimento; Estruturação das Atividades de vida diária; Auto cuidado; Orientação profissional, etc.
Esta perspectiva individual ou relacional de desenvolvimento de coaching está focada em Grupos de Coachees, totalmente atual, os clientes (coachees) são encaminhados por nutricionistas, endócrinos, cirurgiões plásticos, escolas, academias, etc. Os grupos são formados por pessoas que tem objetivos em comum como por exemplo emagrecer. Sob este foco utiliza-se o Life Coaching, onde o o objetivo é alcançar equilíbrio, bem estar e qualidade de vida na meta e nas diversas áreas da vida. Encoraja a pessoa a ir além dos seus limites, realizarem o seu potencial total na vida. Desenvolvem hábitos mais efetivos para atingirem seus objetivos, aprendendo a ultrapassar obstáculos e rever conceitos. Neste processo não se aceita nada menos do que o melhor de cada um, sendo motivado a ser o melhor ser humano que possa ser utilizando a grandeza interna que já possui.
“O importante na vida não é descobrir quem você é mas construir a pessoa que você quer ser.”
Assinar:
Postagens (Atom)
